O ano te deixou frustrado?

O ano te deixou frustrado?

A frustração é determinada por um sentimento que surge geralmente quando algo que desejamos não acontece da maneira esperada. Esse sentimento pode estar relacionado também à sensação de impotência quando o esperado dependia de si mesmo.

Existe uma infinidade de situações que podem nos frustrar, mas algumas dessas situações nos marcam tanto que se tornam difíceis de superar. Com isso, podemos nos tornar pessoas frustradas. Veja, neste post, alguns dos principais motivos que podem estar tornando você uma pessoa frustrada!

Frustração por não conseguir alcançar uma meta

Existem vários obstáculos que podem impedir alguém de alcançar suas metas, sejam eles obstáculos físicos, sociais, emocionais ou doenças.

Veja bem: nem todos esses obstáculos são culpa da própria pessoa, mas mesmo assim, ela se sente frustrada. Isso acontece porque, quando traçamos uma meta, batalhamos para alcançá-la, e se algo impede que isso aconteça, sentimos que todo o esforço foi em vão.

Para lidar com esse tipo de frustração, devemos reavaliar os objetivos e traçar novas metas, que sejam claras e mais realistas. É muito mais fácil seguir em frente dando um pequeno passo de cada vez!

Frustração por não receber uma gratificação esperada

Quando batalhamos muito por alguma coisa, é natural esperar uma gratificação por isso. Se não recebermos essa gratificação, o sentimento de frustração certamente vem à tona.

O trabalho, por exemplo, é capaz de causar muita frustração em uma pessoa. Dentre os principais motivos, estão o não trabalhar naquilo que gostamos, não nos sentirmos bons naquilo que fazemos e, principalmente, trabalhar sem obter resultados — como um aumento de salário, uma promoção ou o crescimento na carreira.

Reavaliar toda a situação poderá ajudar na busca pela solução. Será que realmente estamos dando o nosso melhor? Será que conciliar melhor a vida profissional com a vida pessoal não deixaria a frustração de lado? Não existe nada que se possa fazer para reverter essa situação ou então se adaptar de uma forma que te faça sentir melhor? Aproveite este período para refletir.

Frustração por uma necessidade não satisfeita

Um ser humano tem, na sua vida, diversas necessidades, que vão das mais básicas – como comer bem, por exemplo – até as mais complexas — como a realização pessoal. A Pirâmide de Maslow ilustra bem essas necessidades.

E, por mais que consigamos satisfazer incessantemente nossas necessidades, sempre surgem novas, e quando não conseguimos realizá-las, nos sentimos frustrados. Por exemplo: você gostaria de se mudar para um bairro mais seguro, mas por algum motivo não consegue e tem que esperar.

Para garantir a realização das necessidades, que tal começar a fazer um planejamento, com um passo de cada vez?

Frustração por um conflito

Nas nossas vidas, temos que lidar com diversos conflitos, fazer escolhas e, muitas vezes, abrir mão de coisas que gostamos e até mesmo de sonhos ao tomar uma decisão importante.

Um exemplo disso é quando um estudante consegue uma oportunidade de fazer aquele curso que gostaria, mas esse curso é em outra cidade. A pessoa se vê, então, em um conflito, em que precisa escolher entre aproveitar aquela oportunidade e abrir mão da vida confortável que tem na sua cidade, ou continuar na sua zona de conforto e abrir mão de uma oportunidade. A pessoa acaba ficando frustrada por ter que pensar tanto para se decidir — mesmo sabendo que, independentemente da decisão, abrirá mão de algo.

Quando temos de tomar uma decisão desse tipo, é importantíssimo que saibamos nos adaptar às mudanças. Afinal, a vida é assim: tudo muda, é apenas questão de tempo para acontecer.

Superando a frustração

É muito importante identificarmos logo cedo o motivo da frustração que sentimos, pois somente assim é possível vencer esse sentimento. Dar a volta por cima é fundamental, pois viver frustrado não é saudável.

Acreditar que a frustração pode ser vencida e que você é capaz de superá-la é o ponto de partida para enxergar a luz no fim do túnel. É na autoconfiança que encontramos energia para lidar com os problemas e, também, a solução, buscando uma forma mais harmoniosa de viver e ainda recobrando aquela sede de conquista que nos move. 

Aproveite este finalzinho de ano para refletir e crescer com os erros e acertos, sem frustração. Lembre-se, tudo tem uma razão de ser, nem que seja para nos ensinar algo. Ano que vem, tem mais!

Ética profissional na estética: entenda a importância dessa relação!

Ética profissional na estética: entenda a importância dessa relação!

Qualquer profissional precisa ter ética no ramo que atua, e na área da estética não é diferente. A palavra ética vem do grego e está relacionada ao caráter e ao comportamento do ser humano. Uma boa ética profissional na estética ajuda a construir um mercado sólido, transmitindo mais segurança para clientes e futuros clientes — que passam a ver o trabalho estético com mais seriedade.

E não são apenas os clientes que devem ser levados em consideração. A ética dentro do ambiente de trabalho para com os colegas de profissão é de extrema importância. Falar mal de outra empresa, dizer ao cliente que determinado profissional não é bom, dentre outros comportamentos, faz com que o seu trabalho seja mal visto pelo público em geral.

Neste post, selecionamos algumas dicas para que você entenda a importância da ética profissional na estética. Confira!

Respeite o pedido do cliente

Por mais que você tenha conhecimento sobre o assunto, o cliente tem suas preferências. Um designer de sobrancelhas sabe que existem alguns padrões que devem ser seguidos e um formato ideal para cada tipo de rosto, mas nem sempre o cliente deseja seguir essas regras.

Descartar a fala do cliente e fazer o que você, como profissional, acha melhor, põe em risco essa relação. Ele acaba ficando insatisfeito com o resultado e a consequência será não contratar os seus serviços novamente, ou ainda pior, falar mal da sua empresa.

Nesses casos, o melhor a fazer é ouvir o que o seu cliente tem a dizer e explicar, de acordo com os seus conhecimentos, o motivo pelo qual aquela escolha não é a melhor. Vocês devem entrar em um consenso quanto ao que deve ser feito.

Siga as regras

Assim como qualquer outra categoria profissional, o esteticista possui o seu próprio código de ética, que tem como objetivo principal norteá-lo para as boas práticas junto aos colegas e ao público.

Se você deseja ser um bom profissional, precisa estar atualizado quanto a essas regras e segui-las. Nesse código, você encontrará direcionamentos sobre o exercício profissional, o respeito para com o cliente, o relacionamento entre os profissionais, dentre outros.

Vista-se adequadamente

Quando se trata de serviço estético, o profissional é o cartão de visitas da empresa. Estar bem vestido e de acordo com ambiente mostra que você leva o seu trabalho a sério e que vê a estética e a beleza como fatores importantes no seu dia a dia.

Pense sempre no melhor para o seu cliente

É muito comum ver pessoas contratando um determinado serviço estético achando que ele é a melhor opção para um problema sem antes consultar um profissional.

Uma das formas de manter a ética profissional na estética é informar o cliente quanto ao tratamento mais adequado, ainda que gere menos lucro para a empresa. O cliente deve ser alertado e um bom profissional deve explicar tudo, tirando todas as possíveis dúvidas. Assim, o cliente terá um melhor poder de escolha, aumentando a sua satisfação.

Quer saber um pouco mais sobre o mundo da estética? Então acompanhe a nossa página no Facebook!

Os 7 melhores livros sobre empreendedorismo

Os 7 melhores livros sobre empreendedorismo

O Brasil é, sem dúvidas, um país empreendedor, com pessoas que dia após dia trabalham para construir um negócio sólido e de sucesso. Para chegar lá, é preciso não só colocar a mão na massa, mas estudar muito para acumular conhecimentos que certamente serão úteis em diversos momentos da sua jornada.

Sendo assim, vamos conhecer alguns dos melhores livros sobre empreendedorismo que te ajudarão não só com conhecimentos e habilidades técnicas, mas também compartilharão experiências para que você se inspire a seguir em frente!

1. Sonho Grande, de Cristiane Correa – 2013

Esse livro tornou-se febre nas escolas de negócios do Brasil por contar a história de três dos nossos maiores empreendedores: Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. Ao ler essa obra, você vai viajar na trajetória que levou os empresários a serem donos, atualmente, de marcas como Lojas Americanas, Burger King, Heinz e a gigantesca Ambev.

2. O Poder do Hábito, de Charles Duhigg – 2012

O autor norte-americano Charles Duhigg baseou-se em diversos estudos científicos na área para escrever esse best-seller, que se tornou praticamente uma leitura obrigatória para empreendedores — apesar de não ser focado nesse público.

O título pode fazer você pensar que se trata de uma leitura clichê de autoajuda, mas não é o caso! Você aprenderá a eliminar hábitos que atrapalham a sua rotina e a desenvolver novos, para ser mais produtivo e tomar decisões melhores.

3. Geração de Valor: compartilhando inspirações, de Flávio Augusto da Silva – 2014

Flávio Augusto é um dos expoentes do empreendedorismo brasileiro, sendo considerado um dos bilionários mais jovens do país e, utilizando sua experiência de mercado, bem como sua história de vida, ensina as pessoas a pensar “fora da caixinha”. Nessa empreitada, ele garante que empreender é sim para todos (que tenham esse desejo, é claro) e, nesse livro, ele traz textos e charges que farão o leitor refletir acerca do senso-comum ao qual estamos sujeitos diariamente — e promete transformar esse pensando, tirando-o da inércia.

4. A Startup de $100, de Chris Guillebeau – 2014

Nesse livro, Chris Guillebeau desmistificou o empreendedorismo entrando em contato com mais de 1500 pessoas que começaram seus negócios com baixos investimentos — às vezes, menos de $100 — e atualmente lucram mais de $50 mil. Com uma linguagem fácil e que segura a sua atenção desde o primeiro capítulo, o autor apresenta dados reais, bem como tantas histórias inspiradoras e de sucesso, que irão fazer com que você enxergue seu emprego, seus sonhos e suas realizações pessoais de uma outra maneira.

5. Criatividade S.A., de Ed Catmull – 2014

A Pixar se tornou praticamente uma fábrica de clássicos: desde os anos 90, a empresa tem marcado gerações por meio de personagens cativantes e animações criativas e inovadoras como Vida de Inseto, Toy Story e Procurando Nemo. Nessa leitura você vai descobrir os bastidores do estúdio, do processo de criação, do planejamento, do desenvolvimento e até mesmo dos encontros da equipe, tudo sob a ótica de um dos fundadores. Sem dúvidas, inspirador!

6. Os segredos da mente milionária, de T. Harv Eker – 2006

Você conhece a expressão mindset? Explicando em poucas palavras, trata-se da forma como a mente de uma pessoa está configurada, ou seja, seu modo de pensar e suas referências, que se refletem em determinadas atitudes. Esse livro procura desvendar o mindset dos milionários, permitindo que qualquer pessoa adote, na sua vida pessoal e profissional, atitudes que levarão à independência financeira.

Além disso, a obra contém ótimos ensinamentos, que serão úteis a qualquer pessoa que administra o seu próprio negócio.

7. Diferente – Quando a exceção dita a regra, de Youngme Moon – 2011

Já parou para pensar em como algumas marcas se destacam justamente por fugirem do padrão? Foi assim com o Google e sua página super minimalista, em uma época em que portais estavam abarrotados de informações, ou com a Dove e suas campanhas com mulheres comuns, em um mercado dominado por modelos. Diferente explora esse assunto com maestria e, certamente, expandirá seus horizontes.

E então? O que você achou da lista de melhores livros sobre empreendedorismo? Tem alguma sugestão para compartilhar? Deixe um comentário!

Conheça os sintomas do câncer de mama e previna-se!

Conheça os sintomas do câncer de mama e previna-se!

O câncer de mama é um dos tipos mais comuns entre as mulheres. A doença é caracterizada pelo crescimento desordenado das células da mama, que adquirem a capacidade de multiplicação e se tornam agressivas ao corpo, levando à formação de tumores malignos.

Em qualquer caso, quanto antes o diagnóstico for feito, maiores as chances de cura da doença. Por isso, é importante conhecer os sintomas do câncer de mama e realizar exames periódicos para detectar ou descartar a existência de tumores na região.

Quer saber mais sobre a doença e quais seus principais sintomas? Então confira o nosso post e tire as suas dúvidas!

O que é o câncer de mama?

O câncer de mama é resultado do crescimento e multiplicação anormal e desordenada das células da mama, no ducto ou nos glóbulos mamários, que podem produzir um tumor maligno — o câncer.

É importante saber, também, que existem nódulos que se formam nas mamas que não são cânceres, pelo fato de serem benignos. Os tumores benignos também apresentam crescimento anormal, mas não se espalham pela mama e nem constituem uma ameaça à vida.

Quais são os tipos e estágios do câncer de mama?

A doença é subdividida em vários tipos, veja a seguir:

  • Carcinoma tubular;

  • Carcinoma medular;

  • Carcinoma mucinoso;

  • Carcinoma papilífero;

  • Carcinoma cribiforme;

  • In Situe Invasor.

Com relação aos estágios, a separação feita é a seguinte:

Estágio 00

Tumores pequenos e ainda não se espalharam.

Estágio 01

Tumores maiores (até 2cm) e podem ter se espalhado para os gânglios linfáticos.

Estágio 02

A doença invadiu a região e o tamanho do tumor gira entre 2cm e 5cm.

Estágio 03

A doença invadiu a região e o tamanho do tumor ultrapassa os 5cm.

Estágio 04

A doença progrediu e espalhou para outras partes do corpo.

Se você perceber alguma anormalidade nos seus seios, lembre-se de que qualquer alteração deve ser avaliada por um profissional da saúde, uma vez que só ele é capaz de determinar se o tumor é benigno ou maligno e qual o estágio da doença.

Quais são os fatores de risco?

Os fatores de risco são variáveis e podem elevar as chances de manifestação da doença, mas é importante se ter em mente que eles, por si só, não causam a doença. Pode ser que haja mulheres que se enquadrem em vários dos fatores de risco e nunca desenvolvam o câncer, e também podem existir mulheres que apresentam poucos fatores de risco, mas desenvolvam a doença.

Veja quais são os principais fatores de risco:

Gênero e idade

A doença se desenvolve, sobretudo, em mulheres, e o risco se eleva à medida que elas envelhecem.

Fatores genéticos

O risco aumenta entre mulheres com parentes de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) que já tiveram a doença, e mulheres brancas têm mais chances de desenvolvê-la do que as negras.

Fatores comportamentais

Estudos sugerem que o uso de álcool, o tabagismo e a obesidade podem elevar o risco do surgimento do câncer de mama.

Atividade física

Evidências demonstram que o exercício físico pode reduzir o risco do aparecimento da doença.

Alimentação

O consumo de certos alimentos, sobretudo os gordurosos, pode elevar o risco.

Quais são os sintomas do câncer de mama?

Toda mulher deve conhecer os sintomas do câncer de mama e, sempre que detectada alguma anormalidade, ela deve proceder à investigação médica do sintoma.

  • Inchaço em alguma parte do seio;

  • Nódulo ou caroço na mama;

  • Dor ou inversão do mamilo;

  • Vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama;

  • Inchaço ou nódulos nas axilas;

  • Secreção pelos mamilos, sobretudo sangue.

Uma ótima dica para monitorar a saúde e identificar possíveis alterações na mama é saber como realizar o autoexame, que é bem simples — a frequência ideal é uma vez por mês. Além do autoexame, é recomendável visitar periodicamente o seu médico.

A melhor forma de lutar contra uma doença é a prevenção. Portanto, fique atento aos fatores de risco e tente reduzi-los ou eliminá-los da sua vida. Além disso, quanto antes a doença for descoberta, maiores são as chances de cura.

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 Créditos da imagem: bit.ly/584.ref

Como abrir uma franquia? Separei algumas dicas!

Como abrir uma franquia? Separei algumas dicas!

1. Introdução

Você tem o sonho de ser uma empreendedora e quer conquistar a independência financeira. Para ter mais segurança, chega a conclusão que a melhor opção é abrir uma franquia? Porém, uma série de dúvidas pairam em sua cabeça: como abrir uma franquia? Como escolher o ramo de atuação? Para que serve e como elaborar o plano de negócios?

Essa semana, começa a Expo Franchising no Rio de Janeiro e, se você vai procurar um negócio, precisa entender como funciona este mercado em rede. Sua tão esperada independência financeira só vai acontecer com um conjunto de fatores de sucesso. Por isso, muita atenção na escolha da marca. Costumo dizer que essa é a hora de investir tempo no conhecimento mútuo e alinhar expectativas.

2. Escolha o negócio que pretende iniciar

Você já chegou à conclusão que a melhor alternativa para empreender é abrir uma franquia. Porém, é preciso escolher em qual segmento atuar e em qual marca você encontra os mesmos propósitos de valor, já que essa é uma relação de parceria.

Nesse momento, algumas questões precisam ser levadas em consideração para que a escolha seja realmente acertada. Veja, a seguir, o que você deve fazer para refletir bem antes de tomar a sua decisão:

Faça uma autoanálise

Quando você pensa em abrir uma franquia e empreender, você já tem um objetivo — provavelmente, conseguir a independência financeira fazendo algo que gosta e sem depender de ninguém. Mas você já parou para pensar quais são seus sonhos de verdade? Quais são seus pontos fortes e fracos? O que está te impedindo de alcançar o que tanto deseja? O que você mais gosta de fazer? A partir dessas respostas, você começa a delinear o melhor caminho a seguir.

Além disso, você precisa se questionar a respeito do empreendimento em si. Pergunte-se se você sabe quais serão as maiores dificuldades de gestão, se há algum conhecimento que precisa perseguir e se você está pronta para enfrentar os obstáculos. Lembre-se: ter uma franquia não é tarefa fácil e exigirá bastante empenho e dedicação nos primeiros meses. Mas você terá um bom resultado depois!

Escolha um negócio que combine com você

Você já fez uma autoanálise e sabe qual é seu perfil como empreendedora. Tendo esse conhecimento, pode escolher um negócio que tenha a ver com o seu perfil. Uma cilada que muitas pessoas tendem a cair é escolher um negócio que esteja na moda, ou seja, uma tendência. É claro que isso ajuda a ter mais sucesso, mas essa não é uma certeza. E se você fizer algo de que não gostar, as chances de fracasso são maiores.

Pesquise sobre o negócio e a franquia que pretende escolher

É claro que, para começar um negócio, você precisa fazer um bom trabalho de pesquisa. Isso inclui buscas na internet, leitura sobre o assunto, conversas com pessoas que já atuam com franquias, etc. Também é recomendável conversar com pessoas que atuam com franquias no mesmo ramo daquela que você pretende escolher.

Analise a sua capacidade de investimentos

Um empreendimento requer investimentos. Por isso, você precisa ter dinheiro guardado não só para fazer os investimentos iniciais a fim de abrir o estabelecimento, mas também ter um valor para capital de giro. Isto deverá garantir a manutenção das despesas até você alcançar o ponto de equilíbrio.

Passada a fase do “vermelho” e alcançado o tão esperado ponto de equilíbrio, ou seja, o momento em que as receitas são iguais às despesas, você começa a retornar o investimento com o lucro.

Escolha a franquia mais adequada para você

Nem sempre escolher o segmento de atuação é suficiente. No caso das franquias, é preciso escolher a franqueadora mais adequada à sua realidade e com a necessidade do mercado em que você irá atuar. Existem diferentes opções no mercado e você precisa escolher a que apresenta o melhor custo-benefício e que esteja mais alinhada com as suas expectativas e com o seu perfil profissional. Ao listar as franquias existentes, aproveite e anote alguns detalhes, como popularidade da marca, prazo médio de retorno, valor destinado ao investimento inicial, taxas cobradas, normas e diretrizes, etc. Dessa forma, terá uma visão mais ampla e poderá escolher a melhor franquia para você.

Segundo a ABF, Associação Brasileira de Franchising, o segmento que mais cresceu no primeiro semestre desse ano comparado ao ano anterior foi o segmento de Esporte, Saúde, Beleza e lazer com 15% de incremento em faturamento. O vento está favorável para retomada de crescimento, vejo excelentes negociações com perspectivas de crescimento sustentáveis. 

Não seja impulsiva

Se você costuma ser muito empolgada com as coisas, deve conter a animação ao escolher a franquia. Tomar atitudes impulsivas pode prejudicar a sua decisão e fazer com que você abra um negócio com o qual não tem muita afinidade. O melhor é analisar todos os elementos que rodeiam essa escolha e pensar bastante sobre o assunto para finalmente decidir o que vai fazer.

Tenha consciência de suas responsabilidades e as da franqueadora

Não importa qual marca você vai escolher para fechar negócio, sempre haverá uma relação de direitos e deveres de ambas as partes. Caberá a você seguir as diretrizes da franqueadora, adequando o estabelecimento às normas previstas, comprando os produtos que devem ser comercializados, oferecendo um atendimento padrão de alta qualidade, etc. Por outro lado, caberá à franqueadora oferecer a visão estratégica, suporte necessário, gestão de marca, entre outras ações necessárias para que o seu negócio seja um sucesso.

Considerando todos esses quesitos, chega o momento de pensar de maneira mais aprofundada sobre o segmento de atuação do negócio que você pretende abrir.

3. Informe-se detalhadamente sobre o ramo de atuação

Para ser uma empreendedora de sucesso, você obrigatoriamente precisa conhecer o ramo no qual vai atuar. Como você já viu, é necessário fazer uma pesquisa aprofundada antes de definir qual franquia vai adotar. Essa é uma maneira de verificar todas as oportunidades disponíveis.

No entanto, antes de definir com qual marca vai trabalhar, é preciso conhecer muito bem a franqueadora. Por isso, o primeiro passo é conhecer a equipe da marca franqueadora, descobrindo seu histórico e a credibilidade das pessoas que representam a marca.

Além disso, é indispensável que você analise a Circular de Oferta de Franquia. Esse é um documento que deve ser fornecido pela franqueadora ao potencial franqueado e que deve conter várias informações relevantes, como: os valores a serem pagos mensalmente, se a marca é registrada. Nesse caso, devem estar incluídos todos os dados de registro, o licenciamento para atuar no franchising, a descrição do setor de atuação da marca, as características operacionais, a experiência, a estrutura, o total de unidades franqueadas em todo o país, entre outros elementos. Assim, você tem mais segurança para assinar o contrato e fazer todo o processo de legalização do seu negócio.

Se tudo estiver de acordo, chega o momento de fechar o negócio. Mas, nesse momento, você deve analisar o contrato com cuidado, evitando transtornos posteriores.

A partir disso, você pode entrar de cabeça no negócio e saber tudo sobre o segmento de atuação da franquia que você vai abrir. Nesse cenário, é preciso avaliar os seguintes critérios:

  • Quem é o público-alvo?
  • Quais são as demandas desse público?
  • Os produtos da marca são bem aceitos pelos consumidores?
  • Qual é o formato de venda mais comum entre os franqueados de sucesso da marca?

Além de responder a essas perguntas, outros elementos são essenciais, como você verá a seguir:

3.1. Aprenda sobre a gestão do negócio e frequente cursos de formação

Para ser uma empreendedora, invariavelmente você precisa saber um pouco sobre gestão. Talvez você não tenha se formado em Administração de Empresas nem seja uma perita no assunto, mas você pode — e deve — aprender sobre a gestão do empreendimento, frequentando também alguns cursos de formação.

Algo que facilita muito nesse sentido são os treinamentos e capacitações fornecidos pela própria franqueadora. Aproveite essa facilidade e participe desses eventos, porque eles ensinam não somente a melhor forma de trabalhar os produtos que serão vendidos, mas também a ter uma conexão mais próxima com a franqueadora.

Os treinamentos oferecidos são diversos, incluindo entre eles gestão do negócio, controle de estoque, operacionalização das atividades, controle de caixa, promoção, atendimento ao cliente, seleção de colaboradores, gestão de recursos humanos, etc.

Todos esses conhecimentos ajudarão a colocar o negócio em prática e permitirão que você tenha mais controle sobre a gestão financeira, sabendo quanto de estoque deve manter e o valor que deve possuir como capital de giro (recursos financeiros que são armazenados para garantir o funcionamento da empresa, mesmo em caso de imprevistos), entre outros elementos.

3.2. Invista em marketing e publicidade

Além de aprender mais sobre a gestão do negócio, você também deve investir em marketing e publicidade. Quando você opta por uma franquia, normalmente existe uma taxa de publicidade mensal que é administrada por um fundo de Marketing. Este valor geralmente é usado para Campanhas Nacionais, o que não impede você de incrementar com investimentos locais.

A taxa a ser cobrada varia conforme o tipo da franquia, sendo que o valor considera uma porcentagem de lucro, que pode variar de 1% a 30%. Também é cobrada uma taxa de royalties para ter direito ao uso da marca todo Know-How.

No entanto, você também pode fazer algumas propagandas mais locais, a fim de atrair clientela especificamente para a sua unidade. Atualmente, existem diversas formas de fazer isso, sendo que uma das mais efetivas e baratas é utilizando a internet.

Nesse cenário, você pode ter uma fanpage ou criar links patrocinados a fim de divulgar a sua marca na internet. Os posts podem ser segmentados para atingir um público-alvo específico, aumentando a chance de sucesso.

4. Realize um plano de negócios

Depois de escolher com qual franquia vai atuar e realizar cursos de formação e investimentos em marketing e publicidade, você deve começar a pensar no plano de negócios, documento que indicará o melhor caminho a seguir. Esse documento é fundamental para qualquer tipo de empresa, porque apresenta informações a respeito do mercado, das suas atitudes enquanto empreendedora e dos produtos que serão vendidos.

Assim, ele é um orientador, que indicará a você como buscar mais informações a respeito da franquia que vai abrir. Pelo fato de também abordar dados sobre a concorrência e pontos positivos e negativos do empreendimento, esse documento ajuda a identificar se a ideia de negócio é viável e entender como gerir a empresa de forma mais adequada.

Porém, existe um ponto principal que deve ser analisado com esse documento: é a análise da relação de custo-benefício.

4.1. Avaliação da relação de custo-benefício

Ao fazer esse planejamento, você deve pensar na relação custo-benefício. Isso só pode ser feito quando você entra em contato com a marca franqueadora e obtém informações detalhadas, que permitam entender como o negócio funciona na prática.

Tendo as informações da franqueadora, você pode fazer pesquisas de mercado, financeira e econômica, que têm por objetivo analisar a ideia de negócio. Por meio dessas ferramentas, você pode saber se o negócio está adequado ao local em que será instalado, se os clientes têm boa aceitação da marca, etc.

Ao mesmo tempo, devem ser analisados os recursos disponíveis (tanto econômicos quanto técnicos e humanos), considerando os investimentos que a serem realizados e aqueles que já são contemplados pela franqueadora (como o plano de marketing, por exemplo).

Caso a sua análise identifique a necessidade de contrair um financiamento, deve-se verificar se ele realmente pode ser contratado. É preciso considerar que o empreendimento requer um investimento inicial e um valor que deve ser armazenado, conforme já foi afirmado. Se você contratar um financiamento, deve considerar também o pagamento dessa obrigação.

5. Conte com uma assessoria jurídica

A abertura de uma empresa requer a análise de diversos documentos jurídicos e, por isso, contar com uma assessoria especializada pode ser fundamental para que mais obstáculos não apareçam pelo caminho.

O primeiro momento em que é necessário um advogado é na análise do contrato com a franqueadora, já que esse profissional pode avaliar e orientar você em relação ao documento.

No entanto, esse apoio também pode ser utilizado para dar entrada na documentação da prefeitura para formalizar o negócio, conseguindo a emissão dos alvarás, por exemplo. Ou seja, o advogado pode contribuir muito durante as etapas burocráticas, eliminando diversos empecilhos que podem aparecer pelo caminho.

Nesse contexto, também vale a pena ressaltar que, mesmo tendo uma franquia, o seu negócio é uma unidade independente, com uma personalidade jurídica própria. Por isso, há diferentes questões que se deve pensar, como o tipo de empresa a ser aberta, o regime tributário mais adequado, entre outras.

6. Escolha o seu ponto comercial

Até aqui você aprendeu quais são os diversos elementos que deve considerar ao abrir sua franquia. Mas talvez você não tenha imaginado que o local do estabelecimento é um fator de extrema relevância, que pode ser determinante para o fracasso ou o sucesso da sua empreitada.

Esse quesito pode ter mais ou menos importância de acordo com o segmento de atuação do negócio. No ramo alimentício, por exemplo, ele é realmente determinante. Para você ter uma ideia, em geral, o único elemento que pode impactar mais do que esse fator é a escolha da franquia em si. Então pense muito bem onde vai instalar o seu estabelecimento!

Ao considerar o local de instalação da empresa, a primeira coisa que você deve pensar é que o valor da estrutura será sempre o mesmo, independentemente do ponto. Por isso, vale a pena avaliar diferentes opções e escolher a melhor, porque isso com certeza trará mais retorno financeiro.

Uma dica que pode ajudar muito nesse sentido é contar com a ajuda de um especialista em locações. Outra recomendação é negociar, já que você tem apenas uma previsão de faturamento e precisa arcar com essa despesa fixa mensalmente. Você também pode obter junto à franqueadora uma indicação do percentual máximo que o aluguel deve ter em relação ao faturamento esperado.

Por fim, é obrigatório que você analise a região em que pretende instalar o seu negócio, verificando os possíveis concorrentes. Avalie os pontos fortes e fracos deles, entendendo como o seu concorrente pode ajudar o seu negócio ao direcionar (mesmo que sem querer) um cliente e como você pode se diferenciar perante a concorrência.

Nesse sentido, apostar em um bom atendimento é uma das melhores maneiras de se destacar. Cabe ressaltar aqui a necessidade de treinar seus colaboradores, repassando as informações da capacitação da franqueadora e mantendo ou até mesmo elevando o nível de atendimento da marca.

Com esses detalhes, você pode atrair mais consumidores e formar uma clientela fiel, independentemente da quantidade de concorrentes que o local possa ter.

7. Construa uma rede de relacionamentos com outros franqueados

Sabe aquela ideia do networking? Pois bem, ela também é necessária para quem quer abrir uma franquia. Construir relacionamentos sempre é positivo e, no mundo corporativo, é uma forma de trocar experiências e aprender mais.

Por isso, aposte nas conversas com outros franqueados da rede e aprenda com as melhores práticas. Eles podem indicar o caminho mais seguro, porque, afinal de contas, possuem as mesmas metas que você.

Mas talvez você esteja pensando: “como vou fazer esses contatos?”. Pois bem, visite diferentes unidades de franquias da mesma marca com a qual você vai atuar. Explique a situação e converse com o franqueado. Outra possibilidade para manter esses relacionamentos é não faltar as Convenções que normalmente acontecem todo ano.

Além disso, vale a pena conversar com ex-franqueados, porque esses empreendedores têm a possibilidade de indicar os pontos negativos com mais propriedade. Dessa forma, você consegue ter diferentes versões de um mesmo fato e chegar à sua própria conclusão.

Outra vantagem de conversar com os franqueados e ex-franqueados é descobrir todos os pontos fortes e fracos do segmento de atuação, da franqueadora. O resultado é uma noção mais próxima da realidade de como será efetivamente o dia a dia da franquia.

8. Conclusão

O segmento de franchising é bastante atraente e traz mais segurança para a pessoa que quer investir no negócio próprio. É claro que sé preciso tomar cuidado com uma série de questões, mas você tem muito mais chances de ter sucesso

Agora você já sabe o que considerar no momento de abrir sua franquia, o que deve analisar e como escolher o ramo de atuação mais adequado ao seu perfil e à sua realidade. Além disso, você pôde perceber que contar com a ajuda de uma assessoria jurídica pode ser fundamental para eliminar alguns obstáculos que aparecem pelo caminho.

Mesmo assim, há três pontos fundamentais que não podem ser esquecidos:

  • O plano de negócios, que vai direcionar as suas ações, fazendo uma projeção do sucesso que você pode ter e mostrando uma análise aprofundada do mercado e dos produtos vendidos;
  • O ponto comercial, que é determinante para a atração de mais consumidores, que, por sua vez, podem se tornar clientes fiéis;
  • A rede de relacionamento, que permite a troca e o compartilhamento de experiências, conhecendo os pontos positivos e negativos do negócio, da franqueadora e do ramo de atuação.

Agora você já está preparada para escolher o melhor negócio de acordo com todas essas variáveis abordadas aqui. Não existe empreendedorismo sem risco, mas com essas dicas você terá maiores chances de sucesso. Aproveite e para deixar um comentário compartilhando alguma situação que você já viveu!