Comportamento

O doce sabor da infância

A chegada do dia das crianças me levou a refletir sobre a criança que existe em cada um de nós.Crescer sem deixar de “ser criança” é um dom. É claro que não estou falando sobre viver em um mundo lúdico e sem grandes responsabilidades. Estou falando sobre saber viver de forma leve, com tratativas sinceras. De acreditar nas pessoas sem medo, de demonstrar afeto, de nos relacionar com parentes, colegas e amigos sem armaduras.

Mas como equilibrar a maturidade, que acompanha tantas responsabilidades, sem perder a alegria e a pureza de uma criança? Acredito que esta seja a “fórmula mágica” que todos procuram para ser feliz, na vida pessoal ou no ambiente corporativo.

Somos orientados a educar as crianças e, por isto, nos esquecemos dos ensinamentos que estes pequenos seres podem nos dar para uma vida melhor. Sendo assim, proponho aqui um manifesto para que possamos viver um dia de cada vez, crescer sem perder a essência da criança que existe em nós e colorir um pouco essa vida de “gente grande”:

 Que tenhamos a sabedoria de viver intensamente cada momento, sem “perder a cabeça” ou “tirar os pés do chão”. Que sejamos curiosos por opção, descobrindo novos sabores, novas cores, novos risos. Que peçamos ajuda quando não soubermos algo, pois não saber de tudo não é errado. Que saibamos a hora certa e tenhamos palavras delicadas para aplicar a sinceridade, não ferindo com nossa franqueza, mentir ou enganar. Que não percamos a emoção, mesmo que a razão seja exigida. Que sejamos criativos para lidar com o inesperado. Que possamos sonhar e desejar o impossível sem julgamentos. Que consigamos resgatar nossa inocência diante às adversidades da vida. Que tenhamos  menos malicia nos olhos e julgamento nas palavras. Que tenhamos garra, entusiasmo, espontaneidade. Que possamos demonstrar sentimentos, distribuir beijos, abraços, ideias. Que consigamos gostar e acreditar mais em nós mesmos e em nosso potencial. E façamos sempre o bem, sem olhar a quem.

 
“(…) Todas as pessoas grandes foram um dia crianças – mas poucas se lembram disso.” Antoine de Saint-Exupéry

Oportunidades de Ouro

Encontros regionais são momentos únicos para sentir como está o clima organizacional e a percepção do negócio entre os colaboradores.

Para que o negócio cresça de forma sustentável, é necessário que os envolvidos se conscientizem sobre os benefícios das relações interpessoais. Desta forma, é necessário um alinhamento racional e maduro para encontrar o ponto de equilíbrio para satisfação de todas as partes envolvidas.

Na Depyl Action, alguns franqueados promovem encontros entre suas equipes para reforçar valores, lançar metas e alinhar os objetivos comuns.

No ultimo mês tive a oportunidade de vivenciar dois destes encontros. O interessante foi que, apesar de abordagens diferentes, conforme realidade do time local, ou edição do evento, em ambos pude perceber o mesmo engajamento e encantamento entre os envolvidos, reafirmando a importância de ações como estas para satisfação de colaboradores e o alcance de melhores resultados para o negócio.

A melhor maneira de motivar é fazer parte. Compartilhar sonhos, isso é o que move as pessoas.
Experimente, faz bem para você!

Ritual do bem


Meu ritual pela manhã nunca é igual, porque não gosto de rotina. Mas para despertar a feminilidade e dar mais vigor ao novo dia, algumas coisas são fundamentais. Um make básico, por exemplo. Não saio de casa sem ele. É óbvio que a maquiagem precisa ser prática, então, hoje resolvi cronometrar: gasto apenas 3 minutos para me maquiar. Como? É simples.

Com o rosto ainda úmido do banho, passo a base que já tem protetor solar. Gosto daquela da La Roche-Posay mousse unifiant, dá um efeito fosco e não fica pesada. Depois, uso o Duo Iluminador da Depyl Action com uma sombra da cor que acompanha a aura do dia (normalmente é a mesma da roupa), mas não necessariamente. Pronto, rímel e batom.

Simples, né? Experimente, faz bem para você!

E quando o tempo me falta?

Depois do movimento feminista na era “nosso corpo nos pertence” surgiu uma segunda demanda: “nosso tempo nos pertence”.

Começamos a perceber que podíamos ir muito além da interminável rotina doméstica e passamos a usar nossa habilidade natural de argumentar para conquistar um novo mundo. “Deixe-me entrar no mercado de trabalho que você nem irá perceber minha falta em casa”

Quebramos um paradigma milenar, mas a sociedade seguiu organizada como se nada tivesse acontecido e continuou a cobrar eficiência em casa e fora dela. E agora? Não foram vocês que quiseram? Não se quebra um paradigma impunemente, mas a conta cobrada das mulheres é indevida.

Digo que é indevida porque percebo que com o acumulo de funções, o tempo é nosso bem maior e não sabemos administrá-lo. Isso, frusta as pessoas acabando com a felicidade real, o momento presente. Na aflição de dar conta de tudo, atropelamos processos e geramos re-trabalho. O planejamento é a melhor ferramenta. O que faz a diferença é entender quais são as suas prioridades naquele momento e saber planejar.

E se mesmo assim faltar tempo? Avalie as prioridades e o tempo que você dedica a cada uma delas. Posso apostar que será como arrumar o guarda-roupa: Depois de organizá-lo, sempre cabe mais um vestidinho básico.

Se você arrumar o guarda-roupa e não couber mais nada, é porque está na hora de doar algumas peças. Nesse caso, fique só com aquilo que é mais importante.

Férias escolares

Escolhi falar desse tema porque vejo o desespero de algumas amigas em arrumar as “malas” dos pequenos. As opções são muitas: colônia de férias, viagens caras em hotéis lotados e até aulas de circo. O que fazer com as crianças neste período?

Acho que a regra é simples: Relaxe e deixe eles curtirem o “Dolce far niente”. Deixe-os livres de horários e compromissos. Curta não fazer nada, afinal, a alegria não está no que fazer e, sim, como fazer.

Aqui em casa “olhar para o teto” de vez em quando, é lei.