Guia prático: Independência financeira, o primeiro passo para a liberdade

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Assim como você e eu, pessoas do mundo todo estão em busca da tão sonhada autonomia quando se trata de finanças. Por isso, passamos a nossa vida inteira imaginando como seria ter dinheiro para realizar os nossos desejos pessoais, como trocar de carro, fazer uma viagem internacional, reformar a casa e, acima de tudo, elevar a carreira profissional.

No entanto, com o decorrer do tempo, vamos criando uma imagem muito distorcida sobre o que é realmente ter independência financeira e começamos a pensar que este sonho apenas será alcançado quando conseguirmos um emprego fixo. Assim, não precisaremos mais depender da ajuda em dinheiro de outras pessoas, como dos nossos próprios pais, por exemplo. Porém, estas ideias equivocadas ainda não conseguem traduzir verdadeiro significado da independência financeira.

Sonhar em conseguir pagar as próprias contas é algo muito fácil, já que, na maioria das vezes, qualquer tipo de emprego oferece salários que são compatíveis com suas funções. Vamos supor que você consiga uma remuneração excelente, com vários zeros em sua conta bancária no final do mês, mas, ainda assim, tenha sua renda toda comprometida com as contas mensais e gastos necessários para manter seu estilo de vida, mas sem sobrar nada para aplicar em outras áreas. O que estou querendo dizer é que, ter dinheiro nem sempre significa que você é independente e que pode realizar todos os seus projetos.

Alcançar a autonomia financeira quer dizer que, mensalmente, você vai conseguir gerar um fluxo de renda suficiente para manter seu padrão de vida por tempo indeterminado, porém, este “sustento” não deve ser provisório, ele precisa fazer parte das nossas vidas, até mesmo quando já estivermos aposentados. Seguindo este raciocínio, fica mais fácil compreender porque tantas pessoas lutam por esta independência mas, mesmo assim, não conseguem realizar seus sonhos por não conseguirem equilibrar despesas x receita.

Entretanto, o segredo para não tornar este sonho um verdadeiro pesadelo sem fim pode ser abrir um negócio próprio e ter um empreendimento que dê lucros a médio e longo prazo. Assim, na medida que a empresa cresce, sua retirada mensal “pode crescer” junto. Mas, atenção! Para isso acontecer, é preciso reservar valores em busca da melhoria contínua garantindo inovação para seu negócio.

Um novo negócio gera novas oportunidades e perspectivas, mas também, novas responsabilidades. Abrir uma empresa não é uma tarefa simples, mas quem disse que seria fácil?

Quer ir atrás do seu sonho, mas ainda não descobriu como? Vamos conhecer melhor o que é ser empreendedor e qual o caminho que podemos seguir para construir uma empresa saudável que possa gerar educação financeira para todos. Acompanhe o post de hoje! Mais

Tulipas, cultura, arte e comida

IMG_9801Não é novidade pra ninguém que tenho descendência Holandesa. Daí, inclusive, a ideia de colocar as tulipas na logomarca da Depyl Action. A novidade é que finalmente conheci a Holanda. Um País que apesar da atmosfera histórica, impressiona com a sua forma de viver. Vou contar um pouquinho da viagem que fizemos agora em Maio pra lá. Vem comigo:
Fui com meus filhos e duas tias super queridas. Chegando em Amsterdam, meu filho de 11 anos falou: Mãe! Parece uma cidade Medieval com pessoas do futuro. As estreitas casas altas entre os canais, o conjunto de casas da “curva dourada” e a vista das 15 pontes. E as casas flutuantes? São incríveis e soube que podemos alugar e dormir lá. Mais

O que eu preciso para ser um empreendedor de sucesso?

O que eu preciso para ser um empreendedor de sucesso?

Segundo Joseph Schumpeter, economista e cientista político da primeira metade do século XX, empreender é a capacidade de identificar e transformar as oportunidades em negócios, por meio da inovação, possibilitando a desconcentração da riqueza e contribuindo para um “lucro extraordinário”, isto é, o lucro acima da média do mercado.

O SEBRAE, por exemplo, utiliza o termo empreender para determinar “qualquer tentativa de criação de um novo empreendimento, como, por exemplo, uma atividade autônoma, uma nova empresa ou a expansão de um empreendimento existente”, conforme aparece num estudo chamado Global Entrepreneurship Monitor, promovido anualmente.

Essa segunda definição parece ser bem diferente da primeira, mas guarda muitas semelhanças.

A principal diferença é que, se na primeira apenas as pessoas que inserem alguma inovação nessas atividades é que podem ser consideradas empreendedoras. Na segunda, qualquer empresário ou pessoa que tenha uma atividade própria de geração de renda, já pode ser considerado empreendedor.

Mesmo com esses detalhes, as semelhanças são muitas, pois nas duas definições o ato de empreender está ligado a gerar renda própria, melhorar a sociedade e ter a iniciativa de tirar ideias do papel.

Particularmente, eu gosto das duas definições e acredito que elas não se contradizem em sua essência. Mesmo as pessoas que iniciam uma atividade simplesmente se espelhando um negócio que já conhecem precisarão de um toque de inovação para se diferenciarem e continuarem competitivas no mercado.

Neste post, vamos mergulhar no mundo do empreendedorismo, descobrir os tipos de empreendedores existentes, suas principais características, os passos para criar um empreendimento de sucesso, com escolher um nicho de mercado, alguns mitos relacionados à área de empreendedorismo e alguns exemplos de empreendedores para nos inspirar a sair da estagnação. Continue acompanhando! Mais

Empoderamento feminino e a maternidade

Empoderamento feminino e a maternidade

Há alguns anos, as mulheres conquistaram direitos básicos, como estudar, votar e trabalhar,  e hoje a luta continua. Apesar dos avanços, a igualdade de gêneros ainda é um objetivo a ser alcançado, principalmente em países menos desenvolvidos.

Esse é um processo que leva bastante tempo, afinal, mudar uma mentalidade difundida há milhares de anos não é fácil, mas, quanto mais setores engajados nesse compromisso, mais a sociedade se informa a respeito dos direitos e deveres da mulher.

Sendo assim, o post de hoje é sobre a importância do empoderamento feminino, e nele falarei sobre a história da mulher no mercado do trabalho: suas conquistas e desafios! Mais

Se VOCÊ fosse uma marca, qual seria?

Se VOCÊ fosse uma marca, qual seria?

A simples menção a logomarca que traz um cavalo negro sobre um fundo amarelo é suficiente para identificar uma das montadoras de veículos mais icônicas do planeta. Não é preciso entender nada de carros esportivos para saber de quem estou falando, e a analogia também se encaixa perfeitamente no universo corporativo quando transformamos marcas em referencia do estilo de vida que elas vendem. Nesse caso, o estilo é normalmente representado por pessoas que fazem parte da história de sucesso da empresa. Isso porque você vende melhor aquilo que já está na sua essência. Ou seja, para trabalhar em algumas empresas, é preciso ter um determinado estilo para vender o mesmo conceito. Portanto, sua “marca pessoal” você não faz, você preserva.  

Na Disney buscam pessoas alegres com sorrisos expontâneos e investem em treinamento. Na Harley, o time gosta de moto e são pessoas que valorizam a liberdade. Na Chilli Beans, um estilo mais alternativo que conversa com os jovens, seu público alvo. Mas, só o estilo não é o suficiente para ter uma marca pessoal forte. É preciso ter conteúdo multidisciplinar e competência.

Continue acompanhando o meu post de hoje e conheça dicas valiosas para cuidar bem da sua marca pessoal! Mais